30 de setembro de 2010
(...) vai entender as mães.. um dia eu chutei a barriga da minha mãe e ela chorou de emoção. fiz ela engordar uns 20 quilos e ela só tinha palavras boas pra mim. fiz ela quase morrer de dor e ela deu um grito de alegria quando me viu pela primeira vez. eu roubei o tempo dela, roubei o marido dela e a paixão só aumentou. mãe, definitivamente você não bate bem e é por isso que eu te amo loucamente.
“O médico então lhe perguntou:
- Por que a pressa?e ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está em um asilo.E o médico comentou:
- Que bacana! Então vocês matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!E o velhinho diz:
- Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.O médico surpreso então pergunta:
- Mas por que então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu a reconheço! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida a tantos anos. Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira. Este é o verdadeiro amor!”
“Que a felicidade não dependa do tempo nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda a simplicidade de dentro para fora de cada um para todos. Que as pessoas tenham um amor ou sintam falta de não tê-lo. Que tenham um ideal e tenham medo de perdê-lo. Que amem ao próximo e respeitem sua dor, para que tenhamos certeza de que viver vale a pena.”
Sabe, acho que ninguém vai entender. Ou se entender não vai aprovar. Existe em nossa época um paradigma que diz: enquanto você me der carinho e cuidar de mim, eu vou amar você. Então, eu troco o meu amor por um punhado de boas ações. Isso a gente aprende desde a infância: se você for um bom menino, eu vou lhe dar um chocolate. Parece que ninguém é amado simplesmente pelo que é, por existir no mundo do jeito que for, mas pelo que faz em troca desse amor. E quando alguém, por alguma razão muito íntima, corre para bem longe de você? A maioria das pessoas aperta um botão de desliga-amor, acionado pelo medo e sentimentos de abandono, e corre em direção aos braços mais quentinhos. E a história se repete: enquanto você fizer coisas por mim ou for assim eu vou amar você e ficar ao seu lado porque eu tenho de me amar em primeiro lugar. Mas que espécie de amor é esse? Na minha opinião, é um amor que não serve nem a si mesmo e nem ao outro.(…) eu não quero passar a minha existência pulando de pedra em pedra, tomando atalhos de relações humanas. Eu vou mergulhar com o meu amigo, ainda que eu tenha de ficar em silêncio, a cem metros de distância. Eu e o meu boneco de infância, porque no meu mundo a gente não abandona sequer os bonecos que foram nossos amigos um dia.
Agora em silêncio, tentando ensinar esses dragões a nadar…
Agora em silêncio, tentando ensinar esses dragões a nadar…
Ela parece distante...
talvez seja porque está pensando em alguém.
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- Em alguém do quadro?
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- Não, um garoto com quem cruzou em algum
lugar, e sentiu que eram parecidos.
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- Em outros termos, prefere imaginar uma
relação com alguém ausente que criar laços
com os que estão presentes.
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- Ao contrário, talvez tente arrumar
a bagunça da vida dos outros.
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- E ela? E a bagunça na vida dela?
Quem vai pôr ordem? '
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